
Qual cerdas macias, qual rugosidades que limpam a língua e bochechas, e outras mariquices.
Martita não precisa de nada disso!
Final da noite, já a horas tardias, com o marido a resmungar por causa das luzes, porque precisa de dormir, e com pressa em que Martita e companhia se despachem, Martita vai à casa de banho e, achando que para pôr a pasta de dentes na escova não é preciso luz, assim o faz às escuras, adiantando o serviço à filha.
A filha vai lavar os dentes e, sem sequer olhar, leva a escova à boca até que...
...sente uma coisa dura a bater contra os dentes!
Olha, então para a escova e o que é que vê?
A escova, ainda com tampa, e com a pasta em cima da tampa!
Pois é. Com tanta pressão, Martita nem se lembrou de tirar a tampa, antes de pôr a pasta e, como estava às escuras, também não reparou nesse pequeno pormenor!
Um objeto tão simples e com tantas peripécias.... acho que todos nós já tivemos uma atitude mais estranha com tal objeto diário: a escova de dentes... essa é muito boa!!!
ResponderEliminarÉ que já faço aquilo tão automaticamente, que para mim a escova já nem tinha tampa, ou simplesmente pensei que já a tinha tirado!
ResponderEliminarO resultado foi ter mesmo que acender a luz, fazer mais barulho e perder mais tempo, enquanto nos ríamos da parvoíce!