
Martita senta-se no sofá, ao início da noite, ainda com a persiana da janela para cima, e vê uma luz estranha.
Não é de nenhuma casa. Não é de um carro.
É uma luz intermitente, em forma de cruz, vertical.
Parece estar no céu.
Mas não é nenhum relâmpago.
Levanta-se e vai ver à janela.
A luz continua piscar, sem saber bem de onde vem.
Não é de nenhum evento no Convento de Mafra, até porque os ratos, a estarem em festa, é lá dentro dos esgotos, bem abrigados.
Chama a filha para esta ver a luz.
Também não sabe o que é.
E Martita, já a imaginar-se protagonista de um qualquer filme de ficção científica, alvitra: “É um ovni!”.
A filha de Martita vai, então, à rua, e começa a gravar a luz estranha, para a posteridade.
Dois segundos depois: “Mãe, afinal é só o candeeiro da rua!”.
E pronto, lá foi Martita à rua, comprovar que os ovnis ainda não invadiram Mafra e que era, de facto, apenas o candeeiro a atrofiar, ou a gozar com a sua cara.
Juro que, da janela, parecia mesmo assim um fenómeno inexplicável
ResponderEliminarÉ sempre um ovni, até ser identificado!!!!
ResponderEliminarBoa, Marta!
ResponderEliminarTirando a parte em que não era bem um objecto voador, mas estático
ResponderEliminarUma hora depois, já estava com a luz amarela normal.
ResponderEliminarFoi só mesmo para me enganar
Um mero pormenor....
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