quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Martita, e um caso grave de internamento!

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Isto poderia ser uma daquelas anedotas sobre malucos num manicómio mas, asseguro-vos (tal como o faria um verdadeiro maluco) que estamos na nossa perfeita sanidade mental!


 


 


 


Martita anda pela casa a falar uma língua estranha, a rir-se sozinha e a fazer palhaçadas.


A sua filha, aproveitando um momento em que Martita se ausenta da cozinha, procura à pressa o telemóvel, e faz uma chamada.


- "Estou? É do Hospital Psiquiátrico? É para virem buscar a minha mãe, que ela não está bem da cabeça."


 


 


Martita aparece no corredor a tempo de ouvir a conversa e, a rir-se, vira-se para a filha e diz:


- "Não sei se sabes, mas isso para onde estás a falar não é nenhum telefone, é um desodorizante! Acho que quem está a precisar de internamento, és tu!"


 


 


E assim rimos a duas desalmadamente durante os minutos seguintes, à custa das nossas parvoíces 


 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Martita e os "cacahuetes"

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Martita chega ao quarto da filha e depara-se com uma embalagem vazia, em cima da secretária.


Curiosa, pega nela e tenta perceber do que se trata.


Achando piada ao nome do produto, que não fazia a mínima ideia de que se dizia assim em espanhol, chega-se ao pé da filha e diz:


 


"Comeste todos os cacahuetes!"


 


E a filha:


"Comi o quê?"


 


"Os cacahuetes", diz Martita, mostrando-lhe a embalagem vazia.


 


Riram-se as duas, e passaram o resto da noite a brincar com essa palavra, a fazer piadas, e dando-lhe vários sentidos diferentes, como cuecas, cotonetes, e outras do género.


Até que a filha de Martita lhe diz: "Oh mãe, já arranjaste tantas traduções para a palavra, vê lá se não te esqueces do verdadeiro significado, senão daqui a pouco ainda começas a usá-la para aquilo que inventaste!"


 


"Não te preocupes, não me esqueço que não me esqueço que estamos a falar de amendoins.


Mas até podiam ser ceroulas!" 

A palhaça Martita esqueceu-se de fazer o almoço!

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Martita levanta-se, ainda ensonada e com pouca vontade de sair da cama.


Martita chama a filha para se despachar.


Martita faz as coisas habituais, constantemente interrompida pela filha, que a chama a cada instante.


Martita está pronta, e sai de casa para trabalhar.


Mas...


 


 


...mal chega à rua, apercebe-se da gravidade da situação: esqueceu-se de fazer almoço para a filha!


 


 


O cérebro de Martita começa logo a trabalhar, a ver como pode remediar a situação.


Felizmente, a filha sai mais tarde que Martita.


Pensou em ir ao talho, no caminho para casa, comprar qualquer coisa rápida para fazer.


Pensou em passar por um restaurante taka away, e levar o almoço já feito.


Pensou em fritar uns salgados, para desenrascar.


 


 


Mas acabou por ir em passo acelerado a casa, e pôr umas almondegas a fazer enquanto almoça.


O que vale, é que a casa dos pais de Martita é já ali, porque assim deu para acabar de cozinhar lá as almondegas, enquanto foi buscar a filha à escola.


E lá a filha de Martita teve direito a almoço!


 


 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Martita e a árvore de Natal

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Não querendo repetir a façanha do ano passado, de só ter um pinheiro de Natal depois do Natal, o marido de Martita comprou este fim de semana uma árvore já enfeitada e com luzes, para colocar em cima da estante e, assim, ficar a salvo das gatas.


 


 


Marido de Martita tira árvore da caixa e tenta colocar as pilhas. Não consegue.


Filha de Martita tenta abrir a caixa das pilhas, mas também não consegue.


Martita diz que não vale a pena fazer as coisas à pressa, e que no dia seguinte, com calma, se vê.


 


 


No dia seguinte, Martita tenta abrir a caixa das pilhas, enquanto eles dormem.


Qual Eliane a olhar para os estores eléctricos, Martita analisa com atenção a caixa, para perceber onde é suposto abrir, sem a partir.


 


 


Martita experimenta com os dedos.


Martita experimenta com as unhas.


Martita experimenta com o bico da tesoura.


Para tentar abrir, puxando a tampa para si.


Nada.


 


 


Martita analisa uns encaixes que a caixa tem por baixo.


Dá mais umas voltas, faz mais umas tentativas, e nada.


 


 


De repente, quando estás prestes a desistir, eis que faz um gesto qualquer e a tampa desliza para cima, sem qualquer dificuldade!


Martita dá pulos de alegria. Martita descobriu o segredo. Martita é o génio das caixas das pilhas, e deu à luz! 


 

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Mantra para Martita enquanto cozinha

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"Não voltarás a deixar queimar a comida"


"Não voltarás a deixar queimar a comida"


 


Como não há uma sem duas, Martita voltou novamente a esturricar almôndegas e panela. Em sua defesa, a culpa é do Casados à Primeira Vista, que a viciou de tal forma que se esqueceu que tinha a carne ao lume. E das gatas que, mal se sentou, lhe saltaram para o colo, e já não saíram!


 


Ontem, Martita, prevenida, seguindo o mantra, decidiu não ir para a sala enquanto cozinhava o frango. Para não haver acidentes. Foi adiantando as coisas pela casa, sempre de olho no tacho.


Jantou na cozinha. Com uma gata ao colo, e a outra na cadeira ao lado. Com uma mão em cada uma a fazer festinhas, para não ficarem ciumentas.


 


Martita pediu à filha para ver o frango. Ainda tinha bastante caldo.


A filha foi tomar banho. Martita ficou de "castigo" na cadeira da cozinha.


A gata não saía do colo. A filha não saía do banho. O marido nunca mais chegava.


 


E o frango quase queimou!


 


Vá lá, que desta vez só ficaram uns pedaços de carne colados ao fundo do tacho que, de prateado, passou a negro.


 


 


E a propósito de comida queimada, não é impressionante como, numa casa com várias pessoas, ninguém dá por nada mas, basta dizer "ai que está a queimar", para todos afirmarem que, realmente, já lhes tinha dado o cheiro a queimado!


 


 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Martita a inovar na escovagem dos dentes

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Qual cerdas macias, qual rugosidades que limpam a língua e bochechas, e outras mariquices.


Martita não precisa de nada disso!


 


Final da noite, já a horas tardias, com o marido a resmungar por causa das luzes, porque precisa de dormir, e com pressa em que Martita e companhia se despachem, Martita vai à casa de banho e, achando que para pôr a pasta de dentes na escova não é preciso luz, assim o faz às escuras, adiantando o serviço à filha.


A filha vai lavar os dentes e, sem sequer olhar, leva a escova à boca até que...


 


...sente uma coisa dura a bater contra os dentes!


Olha, então para a escova e o que é que vê?


A escova, ainda com tampa, e com a pasta em cima da tampa!


 


Pois é. Com tanta pressão, Martita nem se lembrou de tirar a tampa, antes de pôr a pasta e, como estava às escuras, também não reparou nesse pequeno pormenor!

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Martita desastrada, mas bem cheirosa!

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Até demais...


 


O que tem que ser, tem muita força:


 


O marido de Martita comprou um perfume. Era para ter trazido um maior, mas Martita achou que o mais pequeno bastava.


No caminho do carro a casa, com muitas coisas na mão, o marido de Martita deixou cair o perfume.


Sobreviveu.


 


Martita avisou o marido - deita o perfume, e aconchega, para não haver acidentes (D. Becas tem o hábito de ir lá para cima da cómoda).


 


No dia seguinte, Martita vai fazer a cama.


Passa pela cómoda, de um lado para o outro e... zás!


Perfume no chão!


 


Nem sabe bem como. 


Nem sequer tinha casaco.


Nem lhe tocou.


Se calhar estava só deitado, e rebolou até ao chão.


 


Era o perfume novo.


Ainda não tinha sido estreado.


Perfumou o quarto todo.


Perfumou Martita toda, que foi trabalhar em seguida, a tresandar a perfume de homem.


 


Martita pode ser desastrada, mas pelo menos anda bem cheirosa!


 


 


 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

As vespas asiáticas atacam a Martita!

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Ou terá sido o contrário?!


 


Num domingo de manhã comum, estava Martita dobrando umas calças de pijama da sua filha, que tinha tirado do estendal no dia anterior, quando sente algo estranho.


 


 


Algo duro


Algo volumoso


Algo que se mexe


Algo que salta


Algo que faz barulho


 


Martita percebe que é um bicho.


Martita atira com as calças para o chão e grita!


 


Martita volta a pegar nas calças e vê o dito cujo a saltar. Atira de novo as calças para o chão!


Volta a pegar nelas. 


O bicho está no chão.


O bicho salta para as caixas.


O bicho desaparece.


E agora?


 


Martita arruma as calças e vai buscar mais roupa.


No corredor, duas gatas andam loucas atrás de alguma coisa.


É o bicho, é o bicho! Eu vou-te matar. Assassina eu sou!


 


Martita aproximou-se da "coisa". Não percebeu que espécie era mas, sempre que mexia, Martita dava um salto.


As gatas devem-na ter deixado atordoada. Martita, munida de pantufa, deu-lhe duas cacetadas. 


Foi buscar pá e vassoura. A "coisa" ainda dava ares que querer saltar da pá para fora, raio da bicha.


 


Martita, acelerada, conseguiu atirar o dito cujo para a rua.


E, na brincadeira, disse ao marido: "Fui atacada por uma vespa asiática! Já chegaram a Mafra!"


 


Afinal, parece que era apenas um gafanhoto...


Ou talvez não.


o que vos parece pela imagem do bicho?


 


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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Martita e as lentes de contacto trocadas

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Martita tem mil e uma coisas para fazer e pouco tempo pra as fazer.


Martita pega no estojo das lentes de contacto e coloca-as.


A primeira fica um pouco estranha, mas adiante.


 


Martita segue para casa da mãe.


Na televisão está marcada a hora.


Martita percebe que não está a ver bem.


Confirma se tem realmente a lente posta. Está.


 


Martita vem pelo caminho a sentir que o olho direito não está com a visão normal.


Chega ao trabalho, e tira a lente.


E percebe que trocou as lentes, colocando a do olho esquerdo no direito, e a do direito, no esquerdo!

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Martita e as almôndegas esturricadas!

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Martita põe almondegas a estufar, e costeletas a assar.


Como as costeletas são mais rápidas, Martita desliga o lume. As almôndegas continuam a cozinhar em lume brando.


 


Martita senta-se um pouco na sala enquanto come. 


As duas gatas disputam o colo. Uma deita-se nele. A outra vai brincar para a toca, que Martita tem que segurar para não cair ao chão com a gata dentro.


 


O marido de Martita não está em casa.


A filha de Martita não saiu temporariamente.


Martita resolve ver um filme, para se entreter.


 


Mais de meia hora depois...


Martita lembra-se das almôndegas, que tinha deixado ao lume!


Ai as almôndegas!


Martita pega na gata e leva-a ao colo até à cozinha.


Desliga o lume e levanta a tampa.


 


Hoje há almôndegas esturricadas para o almoço, e uma panela completamente queimada para limpar!

terça-feira, 24 de julho de 2018

Martita sem sopa para o almoço

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Martita estava contente porque tinha tempo para se despachar com calma.


Martita tira o pão do congelador, e a caixa da sopa do frigorífico, para colocar no saco e levar.


Martita põe o pão lá dentro e, em seguida, a caixa da sopa mas...


 


A caixa da sopa escorrega e cai no chão.


Ao cair, parte-se, abre e espalha a sopa toda.


Há sopa no chão, nas cadeiras, nos móveis.


 


Martira tenta apanhar a maior parte daquilo com rolos de cozinha.


Passa um pano húmido, pelas cadeiras e móveis, para tirar o que vê.


Passa a esfregona no chão, para lavar aquela parte.


 


Martita está atrasada.


Já não tem tempo para ir com calma.


E ficou sem sopa para o almoço!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Martita de esfregona na mão às 6 da manhã

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Domingo, de madrugada:


Toca o despertador do marido de Martita, às 05.50h para ir trabalhar.


Martita acorda, mas deixa-se ficar na cama, afinal, pode dormir até mais tarde.


 


O marido de Martita encontra algo estranho no chão.


Há água no chão do corredor.


E no da casa de banho.


E no da cozinha.


 


Ele pega no balde e na esfregona, e começa a limpar.


Martita levanta-se também e pega na outra esfregona, para ajudar.


Há água no chão do quarto da filha também.


 


O que é que se passou ali?


Uma torneira maluca, que deve ter ficado mal fechada e, por azar, a correr para o chão, durante horas.


Por mais que limpassem, a água parecia não desaparecer.


Foi uma sorte não ter chegado a nenhuma tomada. Foi uma sorte não ter feito mais estragos que umas caixas de cartão ensopadas.


 


O marido de Martita teve que ir trabalhar.


Martita ficou a completar o serviço, com uma esfregona em cada mão, e com as mãos vermelhas de tanto as torcer no balde.


 


Uma hora depois, e já sem vestígios do lago inicial, Martita pode finalmente voltar a deitar-se, com as mãos feitas num farrapo, mas o chão mais lavadinho!


 


 

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Martita fechada na rua II

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Hora de almoço.


Martita a pensar que tem tempo de sobra para fazer tudo com calma, uma vez que está sozinha.


Martita tira a publicidade da caixa do correio.


Deixa as garrafas de água do lado de fora, para mais tarde encher.


Entra em casa, e pousa tudo em cima da mesa.


Vai buscar ração para dar ao gato do vizinho e, ao sair, fecha a porta de casa!


 


Martita deixou a chave do lado de dentro.


O marido de Martita está a uma hora de distância.


A filha de Martita está mais perto, mas não levou a chave.


Os pais de Martita foram a Lisboa.


 


Martita vai à casa de cima, perguntar à senhoria se, por acaso, não teria uma chave suplente. Não tinha.


Martita tem pouco tempo, tem tudo dentro de casa e não sabe o que fazer.


Liga para os pais, que já estão pela zona, mas a cerca de 20 minutos.


 


Martita faz-se ao caminho, para ir até eles buscar a chave, para depois voltar novamente a casa, tentar almoçar, despachar tudo e voltar para o trabalho, sem se atrasar. Tudo isto a pé. E com cerca de 40 minutos para tudo.


 


É por isso que Martita não engorda: mesmo quando não está à espera, é obrigada a fazer exercício!

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Martita e as lentes de contacto desaparecidas!

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Há mais de 20 anos que Martita usa lentes de contacto.


Já lhe aconteceu, algumas vezes, deixar cair uma delas, e não a encontrar em lado nenhum, ou encontrá-la tarde demais, danificá-la enquanto a manuseia e outros acidentes do género, que fazem perder tempo, ganhar uma camada de nervos e stress, e gastar dinheiro que não esperava.


Mas nunca lhe tinha acontecido algo semelhante a esta cena!


 


 


Há mais de 20 anos que o procedimento é igual: retirar as lentes de contacto, colocar no estojo, colocar o líquido, tapar o estojo e arrumá-lo no sítio. É automatico. Nunca falha. Até um dia...


Martita repetiu esse mesmo procedimento na sexta-feira à noite. Colocou os óculos e ainda leu um pouco na cama, antes de ir dormir.


No sábado, de manhã, Martita vai buscar o estojo para pôr as lentes de contacto só que... não estavam lá!


 


 


Martita olha para dentro do estojo, que está vazio, passa o dedo para ver se, por acaso, colocou as lentes sem líquido, e estão coladas à tampa ou ao fundo. Nada.


Martita, já a ficar nervosa, ainda vai ao espelho olhar para os seus olhos, a ver se por acaso se esqueceu de as tirar na noite anterior, e dormiu com elas. Nada.


Seria difícil, se tinha usado os óculos, não poderia ter as lentes também, ou daria por isso com a visão a ficar desfocada.


 


 


Martita procura noutros estojos que por ali andavam, a ver se se tinha enganado, e nada de lentes!


Será que algum espírito com falta de vista as levou durante a noite? Mistério...


Lá teve Martita que usar umas novas que, por acaso, já tinha encomendado antes e chegado a casa. E, verdade seja dita, já estava a precisar de trocá-las. Mas que é muito estranho, lá isso é.


 


 


Mas Martita tem uma explicação, mais ou menos estapafúrdia, mas que até faz sentido:


Martita coloca as lentes no estojo.


Martita coloca o líquido.


Martita pega no estojo e despeja o líquido no lavatório, com as lentes incluídas, como faz depois de colocar as lentes nos olhos, como se estivesse já noutro dia.


Martita fecha e arruma o estojo sem nada, sem se aperceber do disparate que fez.


E as lentes, devem ter ido pelo cano abaixo!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Quem é a louca mesmo?!

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1º acto:


Martita estava no trabalho, atenta a uns documentos, quando sente algo na mão. 


Olha, e vê um bicho preto que não lhe era totalmente estranho.


 


Martita dá um salto na cadeira, sacode o braço para o bicho cair e, de imediato, dá-lhe umas quantas vezes com o sapato, para que não haja risco de a atormentar uma segunda vez.


Era capaz de jurar que era o mesmo bicho que tinha visto no dia anterior no quarto da filha, e que tinha desaparecido!


 


2º acto:


O mal de de deixar uma janela ou porta aberta é que tudo o que é insectos entra.


Assim, andava Martita a ajudar as bichana Becas e Amora a apanhar uma varejeira, com a cabeça a seguir o movimento desta por onde quer que fosse, à espera de a ver posar.


Depois de umas tentativas falhadas, eis que, munida do sapato na mão, lhe prega uma cacetada fatal!


E não é que, dois segundos depois, aparece outra :) 


Infelizmente, teve o mesmo destino.


 


3º acto:


Martita percebe que tem uma lesma à entrada de casa.


Tenta por todos os meios colocá-la no mata moscas, sem sucesso.


Quando já a tem lá, e está prestes a lançá-la à rua, a dita cuja cai de novo ao chão!


E assim se passaram uns minutos, até a missão ser levada a bom porto.


 


4º acto:


Farta de tanta bicharada, Martita está a colocar as molas da roupa no cesto, quando avista uma aranha minúscula, pouco maior que uma formiga, pendurada no cesto.


E não vai de modas - já irritada, grita para ela "sai daqui aranha louca", dando uma ajudinha com uma mola, que serviu depois para a esmagar umas quantas vezes.


Satisfeita, diz para a filha: matei-a!


 


 


E a filha, claro, deve ter ficado a pensar: quem é a louca mesmo?!


 


 


 


 


 


 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Martita e a faca vingativa!

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Martita tira da gaveta uma das facas novas que lhe ofereceram, para cortar o pão.


Martita vai cortando de cima abaixo até que a faca corta algo que não é o pão, mas sim o dedo de Martita!


Com o sangue a surgir, Martita trata do dedo, e só depois acaba de preparar o pão.


 


Mais tarde, enquanto lava a loiça, Martita reclama da faca, e explica à filha que, à semelhança da faca, que até parecia inofensiva, há muitas pessoas que parecem santas, e depois são as que mais mal fazem. 


Mais valia Martita estar calada. 


Enquanto decorria a conversa e lavava a loiça, a dita faca, que estava no lava loiça, encarrega-se de se vingar da afronta de Martita, e prega-lhe um novo golpe, noutro dedo! 


 


E assim Martita se deitou ontem à noite, com dois cortes da faca assassina, e um penso em cada dedo!


 


(Estes ataques, a juntar a um lenço de papel ensanguentado e a vários episódios da série Scream, não deixaram de ser irónicos)

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Martita fechada no carro!

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Martita entra no carro, como habiualmente.


Chega ao destino.


Tenta abrir a porta do carro e... o puxador parte-se!


 


Martita tenta abrir novamente, mas não consegue.


E fica com parte do puxador na mão!


 


Agora, a porta só dá para abrir do lado de fora.


O marido abre a porta, e lá vai Martita.


 


Na volta, Martita, filha e marido no carro.


Sai o marido, e tranca a porta do lado dele.


Sai a filha.


 


E Martita, dentro do carro, a exclamar:


"Alguém me abra a porta!"

terça-feira, 22 de maio de 2018

Martita em pijama pela rua!

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Martita abre a porta e coloca o cesto das molas no quintal.


Volta atrás, para pegar no alguidar da roupa para estender.


Do lado de fora, está uma gata a querer entrar.


Do lado de dentro, uma gata a querer sair.


 


Martita, com pressa para não acontecer, nem uma coisa, nem outra, sai rapidamente para a rua e fecha a porta.


 


Ups... Alarmes começam a soar na sua mente. Martita fechou a porta. E a chave ficou lá dentro.


São 7 da manhã. O marido está a dormir. A filha está a dormir. Martita não quer acordá-los de propósito.


Martita resolve estender a roupa, fazendo tempo para que os seus pais acordem.


 


Meia hora depois, Martita dirige-se a casa dos pais, em pijama, robe e pantufas, pela rua, em busca da chave salvadora!


Olha para as persianas e constata que estão para baixo. Bate à porta a medo, receando acordar os pais, mas tem sorte.


 


Volta a casa, abre a porta, coloca a sua chave do lado de fora e volta a casa dos seus pais, para devolver a chave deles, esperando que o resto da vizinhança não tenha visto a sua figura pela rua fora!


 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Martita, e o guarda-chuva esquecido!

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Martita sai de casa para trabalhar e, como habitualmente, faz paragem obrigatória a meio do caminho, para alimentar os gatinhos.


Martita pendura o guarda-chuva no portão, enquanto coloca a ração nas tacinhas. Levanta-se, e procura um lenço de papel para limpar as mãos.


Martita segue caminho, feliz da vida.


 


Martita está quase a chegar ao trabalho quando percebe que não traz o guarda-chuva consigo, e que o deixou ficar pendurado no portão!


Martita ainda dá meia volta, para ir buscar o chapéu de chuva mas, vendo que não tinha tempo, e chegaria atrasada ao trabalho, decide ligar à mãe, para ir lá recolhê-lo, antes que alguém o surrupie.


 


Martita tem sorte e, assim, regressa o guarda-chuva são e salvo a casa, e Martita, debaixo de chuva (que entretanto começou a cair), ao trabalho!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Martita e os bichos!

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Parte I


 


Martita está no quintal com a Amora ao colo, a apanhar solinho.


D. Kikas anda por ali, sobe à árvore e volta a descer com algo verde na boca, que Martita pensa ser uma erva.


 


D. Kikas vem para perto de Martita, e larga a coisa verde da boca que, afinal, tem vida - uma mini lagartixa ou osga (Martita não teve para analisar ao pormenor).


 


Martita foge, com a Amora ao colo, para outro lado. D. Kikas pega outra vez no bicho com a boca, e vem novamente para perto de Martita,onde volta a largá-lo, e quase passa pelos pés de Martita.


 


E assim andou Martita a fugir pelo quintal fora, até que desistiu e foi para casa!


 


 


Parte II


 


Já em casa, Martita vê Becas muito atenta, a olhar para o chão.


Martita vai ver o que se passa, e entra em pânico.


 


Um escaravelho no quarto. Credo!


Martita corre à cozinha para buscar a pá, e volta ao quarto, onde tenta que o bicho se mantenha na pá.


 


Já com ele na pá, Martita vai correndo até à entrada de casa, em histeria, aos gritos, com medo que o bicho salte para cima de si, até que finalmente abre a janela e o manda para a rua.


 


 


Parte III


 


No dia seguinte, a cena do escaravelho repete-se e, agora, Martita está sempre de olho na Becas porque já sabe que, se ela estiver a olhar muito atenta para algum sítio, é porque há bicho na costa!

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Martita "espalha lixo"

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Martita tinha acabado de varrer as pedras, que estavam fora da caixa de areia das gatas.


Deixou o lixo na pá, enquanto foi buscar um saco para o balde do lixo.


 


Quando vai colocar o dito saco, põe o pé em cima da pá, esta salta, e o lixo fica todo espalhado pela cozinha!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Martita come/ inventa/ abrevia palavras

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Martita anda, involuntariamente, a dar cabo da língua portuguesa, como se não bastasse já o acordo ortográfico.


Surgem-lhe duas palavras na cabeça, os neurónios baralham-nas, comem algumas letras pelo caminho e, o resultado, são novas palavras inventadas, como estas:


 


geogurte - gelatina + iogurte


batrulho - bateria + barulho


contura - contagem + leitura

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Martita, e o espirro malvado!

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Martita leva um prato com bolachas para a cama, para não fazer migalhas para a mesma enquanto come.


Está quase a terminar, e todas as migalhas estão no prato, deixando-a orgulhosa de não ter sujado a cama.


 


Martita começa a sentir cócegas no nariz.


Martita está prestes a espirrar.


 


Martita espirra, o prato salta, e todas as migalhas se espalham pela cama!


 


Lição aprendida: para a próxima, não é preciso prato 

terça-feira, 17 de abril de 2018

Martita com pressa e dois gatos famintos à porta!

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Martita vai a casa à hora de almoço e adianta o serviço.


Entretanto, vê as horas, e percebe que tem que sair de casa.


 


O marido acaba de chegar, e avisa que os gatos dos vizinhos estão à porta.


Martita volta atrás e coloca ração num prato para dar aos bichanos, à saída, só que...


 


...ao pegar no prato, este toca em qualquer lado, e a ração salta toda, espanhando-se pelo chão!


 


Martita, desconsolada e foribunda, começa a apanhar, bago a bago, a ração, para matar a fome aos bichanos, percebendo que, em seguida, terá que ir a correr para o trabalho, se não quiser chegar atrasada.


 


Oh vida dura, a da Martita!


 


 

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Martita esconde a prova do crime

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Inês tem por hábito fazer vídeos de Martita sendo Martita, ou seja, agindo como uma autêntica palhaça.


O último foi o de uma dança que Martita fez, ao som de uma música cantada pela filha, com muitas caretas e figuras engraçadas à mistura, e que a filha colocou no ambiente de trabalho do PC, para que Martita o visse sempre que o ligasse o aparelho, e se risse um bocadinho.


Só que...


 


O PC teve que ir para arranjar. E Martita teve que esconder, à pressão, a prova do crime, tirando-a dali, onde poderia ser facilmente vista pelo informático, colocando-a numa localização mais escondida podendo, ainda assim, ser descoberta.


 


Esperemos que não tenha sido esse o caso mas, se foi, ao menos que tenha servido para proporcionar umas valentes gargalhadas, porque da vergonha já não se livra!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A Martita e os problemas de audição

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Inês chama Martita:


"Mãe!"


(nada)


 


Segunda vez:


"Mãe!"


(nada)


 


À terceira:


"Estás a ouvir?"


Martita:


"Han?"


 


À quarta:


"Estás surda?"


Martita:


"Não ouvi. O que é que disseste?"


 


Última tentativa:


"Estava a chamar-te para vires ver a gata. Estás mesmo surda!"


Martita (muito indignada com tal afirmação):


"Quem, eu?!"

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Martita ensopada, em dois actos

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Primeiro acto


Martita está em casa à espera que o aguaceiro passe para ir às compras.


O sol aparece, e Martita sai de casa, sem guarda-chuva, porque não conseguiria voltar com ele e as compras, de qualquer forma.


Martira coloca comida aos gatos, segue para o hipermercado e faz as compras. 


 


 


Na caixa, percebe que está a chover lá fora. Arruma as compras nos sacos, e à saída, espera um pouco para ver se passa.


Com apenas umas pingas, arruma o carrinho e pega nos sacos para ir para casa.


 


Mal se faz ao caminho, a chuva aumenta. 


Martita corre até aos prédios mais próximos, para se abrigar. Uns minutos depois, dá a volta e abriga-se noutros prédios. A chuva continua, a trovoada dá sinal, o céu está todo da mesma cor e não parece que vá haver melhoria.


 


Mais uma corridinha, e novamente debaixo de outros prédios. Já só faltam 2/3 do caminho!


Anda mais um pouco até aos últimos prédios e, daí, até à paragem de autocarro. Só falta 1/3 do caminho.


 


Percebendo que a chuva não vai parar, ganha coragem, e faz directa até casa. Os sacos estão molhados, mas as compras intactas.


Já Martita, está ensopada! 


 


De salientar que, mal Martita chegou a casa, parou de chover e o sol apareceu!


 


 


Segundo acto


Domingo à tarde, Martita sai para dar colocar comida aos gatos. Desta vez, leva o guarda-chuva, embora a chuva seja miudinha.


Não está muito vento, e anda-se bem.


 


Martita coloca a ração nas tacinhas, e água na tigela.


 


Começa a chover com força. Apesar do chapéu de chuva, do casaco que chega até aos joelhos, e das botas de cano alto, consegue chegar a casa com as calças e os pés molhados.


 


Acho que a chuva gosta mesmo da Martita!

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Martita e a visão distorcida!

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Todos os dias, Martita faz o mesmo caminho casa-trabalho mas, naquele dia, olhou em frente e...


...pára tudo!


 


O que aconteceu ao Convento de Mafra?  Tem uma mancha. Está verde!


 


Andaram a pintá-lo?


Estarão em obras e puseram uma rede verde à frente?


Haverá algum evento e montaram um palco verde à frente, que agora o tapa?


 


Martita continua a andar, sem conseguir descortinar o que raio se passava com o Convento, por mais que esforce a vista (raios que tem que trocar de lentes urgentemente) até que...


 


...já perto o suficiente, percebe que, afinal, eram apenas as árvores da praça, que ali estão desde sempre, que faziam aquele efeito!

terça-feira, 3 de abril de 2018

Martita, e o agrafo encalhado!

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Martita vai agrafar umas folhas.


O agrafo encrava no agrafador.


 


Martita puxa o agrafo, de todas as maneiras que sabe, e o dito cujo não sai.


 


Martita tem a brilhante ideia de utilizar a tesoura para tentar arrancar dali o agrafo.


Faz uma força enorme, e salta-lhe a tesoura da mão.


 


Martita conseguiu partir a tesousa! 


Mas o agrafo saiu 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Todos temos um pouco de criança...

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...e de palhaço dentro de nós!


Digo eu, e falo por mim :) 


Descobri, com a maternidade, a palhaça que vive dentro de mim, e não sabia que existia.


Chama-se Martita, e é ela que anima, muitas vezes, a malta lá de casa.


 


Aliás, eles dizem que eu tinha futuro como palhaça!


 


A Martita tem o condão de protagonizar várias cenas cómicas, propositada ou acidentalmente, que bem poderiam tornar-se grandes tragédias, se ela não as conseguisse sempre transformar numa verdadeira anedota!


 


E não é assim também, que a vida deve ser vivida?

Martita e o espelho!

  Martita está no seu quarto, e começa a rir. Filha: Estás a rir-te de quê? Martita: Apeteceu-me! Filha: Ris-te de nada, só porque te a...